Bom diaaa meeu povo!!!
Apesar de muito cansada e de querer colinho da mamãe (eeta finalera de semestre mais conturbada), estou aqui para discutir um pouco sobre minhas vivências, apresentar algumas justificativas e relacionar com um texto intitulado "Academia de Ginástica (mental)" de Claudio de Moura Castro que saiu na veja em outubro deste ano.
Bom, apesar de as minhas vivências parecerem muitas, aprendemos nas aulas de estágio a sempre estar atuando, com a parte prática nas aulas. Se prestarmos atenção nisso, percebemos que mesmo hoje, os professores não realizam tais atividades. Justifico também que normalmente as vivências de outras pessoas podem ter ocorrido em menor frequencia que as minhas, e por isso agradeço meus pais por ter estudado em escolas particulares.
Se estas atividades não são muito realizadas, imaginemos então se os professores pensam em conteúdos atitudinais! E é assim que nem sempre uma aula prática funciona como o professor quer. E então, ele pensa: "nunca mais faço atividades práticas com estes pestinhas!"
Para fazer com que o aluno se torne um ser pensante (como citado na matéria de Claudio de Moura Castro), os professores devem envolver o que eles ensinam com o cotidiano do aluno, sempre pensando que o aprendizado não é isolado, mas sim uma rede. E quem já não teve um "pliiin" quando estava estudando alguma coisa e percebeu que tinha ligação com outra de outra matéria? Isto sempre acontece comigo.
Compartilho uma coisa interessante com vocês: quando estava na sexta série e participei daquela feira de ciências, nós não simplesmente recebemos os papeis com as falas e decoramos. Não... Nós tivemos o tema (conteúdo conceitual), e através dele pesquisamos coisas legais e pensamos muito em como transmitiríamos isso para as pessoas que passassem por nós durante a feira. Pra mim, isto foi muito enriquecedor, pois aprendemos um pouco sobre como os alunos também podem trabalhar com os conteudos procedimentais e atitudinais. Fico muito feliz com isso.
Retomando o que Claudio de Moura diz, o Brasil precisa de muito para formar cabeças pensantes. Hoje, a maioria dos alunos ainda decora fórmulas sem saber de onde elas vieram e para que servem. Eu fiz isso na maior parte da minha vida como aluna.
E o que nós, futuros professores devemso fazer para mudar isso? Pensar em estratégias que façam com que o aluno ligue o que ele aprende, com o que ele vê, ouve, sente e vive, como se estivesse brincando de lego. Aprender não é para ser chato, é para ser muito divertido e empolgante.
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quinta-feira, dezembro 03, 2009
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